Quem faz o pedido sem essa conta corre o risco de se aposentar por uma regra que paga menos, ou de ter o pedido negado por um vínculo que não aparecia no CNIS.
O que entra no planejamento
- Conferência do CNIS com as carteiras, carnês e contracheques. O segurado pode pedir a inclusão ou a correção de dados com documentos (Lei 8.213/1991, art. 29-A).
- Levantamento de tempo especial, rural, militar e de serviço público.
- Comparação das regras de transição em data e em valor.
- Análise de contribuições em atraso ou abaixo do mínimo.
Como o valor é calculado hoje
Pela EC 103/2019, art. 26, o salário de benefício é a média de todos os salários de contribuição desde julho de 1994. A aposentadoria corresponde a 60% dessa média, mais 2% por ano de contribuição acima de 20 anos para homens e de 15 anos para mulheres. Algumas regras de transição têm cálculo diferente.
Documentos para começar
- Extrato do CNIS, baixado no Meu INSS.
- Todas as carteiras de trabalho.
- Carnês, guias e comprovantes de pagamento como autônomo.
- PPP das empresas onde houve trabalho exposto a agentes nocivos.
Como o escritório conduz o planejamento
Os períodos são conferidos um a um e os acertos necessários são listados antes de qualquer pedido. No fim, você recebe por escrito as regras possíveis, as datas e os valores estimados de cada uma.
Antes da conversa, dá para fazer uma estimativa na calculadora do valor do benefício. O resultado é uma conta aproximada, feita com os dados que você digitar, e não substitui a análise do CNIS e dos documentos.
Não tem todos os documentos? Fale mesmo assim. O escritório ajuda a localizar o que falta.
Planejamento previdenciário e CNIS na lei
Base legal do tema, não do seu caso. A norma que se aplica depende dos fatos e das datas.
- Emenda Constitucional 103/2019
- Lei 8.213/1991









