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Calculadora do auxílio por incapacidade 2026: o valor mensal do INSS

Calcula os 91% da média e aplica o limite da média dos 12 últimos salários de contribuição.

  • Leva cerca de 2 min
  • Conta aberta, passo a passo
  • Com o artigo de lei de cada regra
Atestados e exames médicos organizados sobre mesa
Base legal principalLei 8.213/1991, art. 61
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Antes de calcular: você já pediu esse benefício ao INSS? *

R$
Um valor aproximado já serve para a estimativa. O INSS usa a média de tudo o que você contribuiu desde julho de 1994, corrigida mês a mês, e esse número exato sai do extrato CNIS, no app Meu INSS.
R$
Some os 12 últimos salários e divida por 12. A lei usa esse número como limite: é ele que reduz o valor de quem teve aumento pouco antes de adoecer.
meses
A regra geral pede 12. Acidentes e algumas doenças graves dispensam essa exigência.
Um exemplo com númerosExemplo: segurado com média de R$ 2.600 desde julho de 1994 e média de R$ 2.200 nos 12 últimos salários. Os 91% da média dariam R$ 2.366, mas o limite da Lei 8.213/1991, art. 29, §10 reduz o valor para R$ 2.200. Se a média dos 12 últimos fosse de R$ 2.500, o limite não alcançaria a conta, e o auxílio ficaria em R$ 2.366.

Resposta rápida

O auxílio por incapacidade temporária, o antigo auxílio-doença, paga 91% da média de todos os salários de contribuição desde julho de 1994, mas não pode passar da média dos 12 últimos salários. Em 2026 o valor fica entre R$ 1.621,00 e R$ 8.475,55. A regra geral pede 12 contribuições, dispensadas em acidente de qualquer natureza e nas doenças graves da lista legal. Para o empregado, a empresa paga os 15 primeiros dias, e o INSS paga a partir do 16º.

O valor do auxílio por incapacidade temporária sai de duas contas. A primeira aplica 91% sobre a média dos salários de contribuição desde julho de 1994. A segunda limita o resultado à média dos 12 últimos salários. Quem teve aumento perto do afastamento costuma esperar um valor e receber outro, menor, por causa desse limite. A calculadora faz as duas contas e mostra qual delas vale no seu caso.

Fazer a conta com os meus números

Fundamento

Em que a lei se baseia este cálculo

Cada regra aplicada aqui tem um artigo por trás. Estes são os dispositivos que sustentam os valores calculados nesta ferramenta.

  1. Lei 8.213/1991, art. 61

    O auxílio por incapacidade temporária corresponde a 91% do salário de benefício.

  2. Lei 8.213/1991, art. 29, §10

    O auxílio não pode passar da média dos 12 últimos salários de contribuição.

  3. Lei 8.213/1991, art. 25, I

    Carência de 12 contribuições mensais.

  4. Lei 8.213/1991, art. 26, II

    Sem carência em acidente de qualquer natureza, doença profissional ou do trabalho e nas doenças da lista do art. 151.

  5. Lei 8.213/1991, art. 60

    Para o empregado, a empresa paga os 15 primeiros dias de afastamento; o INSS paga a partir do 16º.

  6. EC 103/2019, art. 26

    A média usa todos os salários de contribuição desde julho de 1994.

  • No INSS, três prazos correm ao mesmo tempo
  • 30 dias para recorrer de uma negativa Decreto 3.048/1999, art. 305, §1º
  • 10 anos para revisar o cálculo de um benefício Lei 8.213/1991, art. 103
  • 5 anos de parcelas atrasadas que podem ser cobradas Lei 8.213/1991, art. 103, parágrafo único

Dúvidas sobre auxílio por incapacidade

Perguntas frequentes

Como o INSS calcula o auxílio por incapacidade?

O INSS soma todos os salários de contribuição desde julho de 1994, corrige cada um e tira a média. Sobre essa média aplica 91%. Em seguida compara com a média dos 12 últimos salários de contribuição: se os 91% passarem desse valor, o auxílio fica limitado a ele. O resultado nunca é menor que o salário mínimo, R$ 1.621,00 em 2026, nem maior que o teto do INSS, R$ 8.475,55. Esse limite é o ponto que mais causa diferença entre o valor esperado e o valor pago.

Quantas contribuições preciso ter?

A regra geral é de 12 contribuições mensais. Não há essa exigência quando a incapacidade vem de acidente de qualquer natureza, de doença profissional ou do trabalho, ou de uma das doenças graves da lista legal, como neoplasia maligna, cardiopatia grave, esclerose múltipla, doença de Parkinson, cegueira e hanseníase. Além disso, a pessoa precisa estar coberta pelo INSS na data em que a incapacidade começou, o que inclui o período em que ela continua protegida depois de parar de contribuir.

Quem paga os primeiros 15 dias de afastamento?

Para o empregado com carteira assinada, a empresa paga os 15 primeiros dias, e o INSS paga a partir do 16º. Para o contribuinte individual, o MEI, o facultativo e o empregado doméstico, o INSS paga desde o início da incapacidade, quando o pedido é feito em até 30 dias. Pedido feito depois disso passa a ser pago a partir da data do requerimento. Por isso o pedido não precisa esperar todos os exames ficarem prontos.

A perícia do INSS não reconheceu a incapacidade. E agora?

Há recurso administrativo em 30 dias contados da ciência da decisão, com a possibilidade de juntar laudos e exames novos. Também é possível fazer novo pedido com a documentação atualizada, e o caminho judicial não depende de esgotar o recurso. Na Justiça, o exame é feito por perito nomeado pelo juiz. O que mais pesa é o conjunto médico: relatório do médico que acompanha o caso, com o CID, o tempo de tratamento, os exames e a descrição da limitação para a atividade que a pessoa exerce.

O auxílio tem data para acabar. Posso pedir prorrogação?

Pode. O INSS fixa uma data de cessação do benefício já na concessão. Nos 15 dias anteriores a essa data, a pessoa que continua sem condições de trabalhar pode pedir a prorrogação pelo Meu INSS ou pelo telefone 135, e o benefício segue até a nova perícia. Se o prazo passou, cabe novo pedido ou recurso. Benefício cessado de quem continua incapaz pode ser discutido no recurso e na Justiça, inclusive com pedido de restabelecimento desde a data em que parou.

Outras calculadoras do INSS

Depois do número

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O número que você viu é uma estimativa. Com os seus documentos em mãos (extrato CNIS, carta do INSS, PPP, laudos), o escritório consegue dizer o que o seu caso realmente comporta. A Alencar Advocacia atua só em Direito Previdenciário, em Teresina.

A análise do caso é feita pelo escritório

Sala de reunião do escritório da Alencar Advocacia em Teresina

Aviso: esta ferramenta fornece estimativa informativa com base nas regras gerais da EC 103/2019 e da Lei 8.213/1991, e nas tabelas vigentes. Não constitui consulta jurídica nem promessa de resultado. Períodos especiais, rurais, de serviço público ou lacunas no CNIS podem alterar o resultado.

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